segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A inveja é uma mérde

"Opinião"
"Que culpa tem a França - ou os franceses - se eles conseguem se mobilizar de uma uma forma infinitamente maior e melhor - nas suas tragédias coletivas - que nós? Que culpa eles têm, ao desenvolver uma cultura de valorização do ser humano desde a Revolução Francesa (Liberté, Egalité, Fraternité), tão organizados e maravilhosamente iluminados, a ponto de serem considerados mundialmente, os pais da Democracia Moderna?"

"Fábio Marchi"

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Admitam: nós, brasileiros, falhamos na vida.
Calma, não se exaspere, sem ler todo o meu texto. Eu vou explicar:
Apesar de sermos um país “abençoado”, somos um povo invejoso. 

Não é a inveja pelo que não temos, mas pelo que não somos. E acreditem, somos tão invejosos, ao ponto de invejarmos a atenção dispensada, pela tragédia alheia - o que causa muita preocupação: pois quando o povo de um país, passa a sentir INVEJA de todo o rebuliço causado no resto do Mundo, por conta de uma tragédia acontecida emOUTRO país - é porque chegamos ao fim do poço, no quesito “vencer na vida” (na verdade, já passamos desse fim, cavando um belo buraco). 

Que culpa tem a França - ou os franceses - se eles conseguem se mobilizar de uma uma forma infinitamente maior e melhor - nas suas tragédias coletivas - que nós? Que culpa eles têm, ao desenvolver uma cultura de valorização do ser humano desde a Revolução Francesa (Liberté, Egalité, Fraternité), tão organizados e maravilhosamente iluminados, a ponto de serem considerados mundialmente, os pais da Democracia Moderna? 

Lá, quando tragédias como essa acontecem, o povo se mobiliza de verdade, pra valer - incluso aí Governo e Mídia, ambos infinitamente mais sérios e comprometidos, do que nestas bandas. E não estou falando de programas de celebridades com chamadas do tipo “O que vestir e onde ir, em tempos de ataques terroristas” ou pior, posts nas redes sociais “ironizando azhinimigas porque não morreu em Paris”. Se coisas assim acontecem por lá, em momentos como esse, pode esquecer a carreira, viu? Não são raros os casos de celebridades que fazem merda e pedem mil desculpas depois - mas podem observar em todos esses casos: lá, a carreira segue em uma espiral descendente, até o fim. Aqui, coisas banais e esdrúxulas geram mais fama e admiração, né Joelma e Chimbinha?.

E ouso dizer que o comportamento da França é semelhante, em todo país sério - coisa que o Brasil, não é. Le Brésil n'est pas un pays serieux - ironicamente, uma frase criadapor um francês.

Duvidam? Então por acaso você não achou surpreendente que os japoneses, ainda que estivessem passando por privações de comida e água, por conta do tsunami que assolou várias cidades em sua costa marítima - estavam repartindo igualmente porções de água e comida, sem estresse, sem empurra-empurra, sem caos, e sem egoísmo? Não ficou boquiaberto, ao ver que os supermercados japoneses estavam DOANDO seus estoques, e que as pessoas podiam entrar e pegar o que quisessem - e contrariando todas as nossas expectativas brasileiras, elas entravam e pegavam APENAS o que era necessário para elas, naquele momento? 

Em uma reportagem, o jornalista perguntou a uma delas, porque ela não enchia seu carrinho com compras - afinal de contas, isso seria completamente compreensível, em uma situação como aquela - e eis que recebeu, como resposta: 


- Porque outras pessoas também precisam, como eu.

Tal como aqui. Só que não.

A França não tem culpa, por não ter tido ONGs de assistencialismo como LBA (lembram da Rosane Collor?) e LBV, envolvidas com escândalos de corrupção - e que contribuíram enormemente, para que as pessoas se sentíssem desestimuladas em ajudar, nos anos seguintes.

De igual forma, não sei de um caso em que os franceses doassem roupas e alimentos - e que esses alimentos não chegassem para as pessoas que precisassem deles. Aqui, temos casos em que as doações são vendidas para o comércio, pelas próprias pessoas que as arrecadavam. Sim, roupas e alimentos DOADOS, não sendo entregues para quem precisava. Sendo VENDIDOS. VENDIDOS.

A França também não possui uma rivalidade imensa entre suas emissoras de TV, a ponto de ignorar a campanha adversária - e se possível, fazer de tudo para que na campanha dela, ela arrecade menos que a sua. De igual forma, nessas campanhas, as emissoras ou os organizadores não colocam artistas de índole duvidosa, tal como um palhaço-ator que trata mal os seus funcionários ou um jogador de futebol aposentado que nunca quis reconhecer sua própria filha (que morreu sem o carinho do pai) e nem quer saber dos netos - porque ser um EXEMPLO conta muito, quando você quer criar um símbolo crível, para essas campanhas. Quem manja dos paranauê de marketing e comunicação social, sabe que não estou falando nenhuma besteira.

Só para se ter uma noção do quanto somos diferentes, algumas horas depois dos atentados na França, o presidente pessoalmente estava lá, andando sobre escombros e conversando com as vítimas. Aqui, nossa Presidenta fez um sobrevôo de helicóptero, em Mariana. Não andou de barquinho, não colocou o pé na lama.

Lá, o Governo Francês combate com veemência as ações terroristas. Aqui, o Governo Brasileiro apóia a imigração de jihadistas - ou seja, os extremistas islâmicos que defendem matar qualquer um que seja “infiel”, pela sua “guerra santa” (onde em sua cultura, mulher não manda porcaria alguma, e jamais será Presidente de algo). Podem vir bombardear aqui, que somos o povo mais legal e acolhedor do Mundo, viu?

Quando tragédias como essa acontecem por lá, as pessoas oferecem celulares ou qualquer outro meio de comunicação, para que as pessoas possam avisar seus amigos e parentes e assim, tranquilizá-los. Aqui, mandam mensagens SMS pedindo doações em dinheiro, em contas bancárias de bandidos.

É claro, não vou dizer que o brasileiro não tenha bom coração. É claro que temos - e garanto que a maioria da nossa população, em sua imensa maioria (na verdade, a esperança é essa), tenha boa índole e se preocupe, de verdade, com as tragédias alheias, tanto aqui, como acolá.

Mas é que aqui, nós sabemos que as coisas são diferentes. Principalmente, porque alguém vai passar a perna, na sua boa fé e na sua vontade, em ajudar. 

Aqui - em tragédias similares à essa - os blocos políticos Esquerda e Direita se atacam continuamente, um querendo matar ao outro, aproveitando o caos da situação que só se agrava - enquanto lá, eles se unem para resolver o problema, que na verdade, é de todos.

Nós não acreditamos em nós mesmos. E não fazemos o menor esforço, para que isso mude. Admiramos e temos condolência com a tragédia alheia, porque no fundo, sabemos que lá, as coisas funcionam de verdade.

A desilusão é tanta que eu gostaria que você me dissesse qual é a campanha que foi colocada no ar, GRATUITAMENTE, em rede nacional, mobilizando a NAÇÃO, para a tragédia de Mariana. Hashtag #OreporMariana? Isso não alimenta ninguém, kids. Qual é a TV que fez isso? Qual é a rádio que disponibilizou UM MINUTO da sua programação divulgando contas bancárias ou números de doação, para ajudar a cidade? Vamos lá, eu sei que vocês podem! Uma só! Qual é empresa que DOOU parte da sua programação televisiva mensal, tirando sua propaganda do AR, para fazer uma campanha por Mariana? Arrá!

Entendam: não é descaso. É admissão, do nosso fracasso social.

Ainda tem dúvidas? Então vou dar dois exemplos clássicos, duas tragédias que, há décadas - atormentam a população de tal jeito - que já nos tornamos relativamente insensíveis à elas, em algum nível:

Seca no Nordeste e deslizamentos de terra, no litoral Sudeste/Sul.

Sim, elas existem, e são tragédias humanas - mas o resto do povo se importa cada vez menos, a cada ano que passa (quem recebe doações, sabe exatamente do que estou falando). 

A primeira é uma tragédia lenta, gradativa e não sensibiliza a mídia - são pessoas pobres, não são consumidores dos produtos dos anunciantes (boa parte desses locais, nem TV têm) e portanto, não merecem muito interesse pelos órgãos de comunicaçào locais - quiçá, os nacionais. A segunda, por ser uma tragédia sazonal - de época marcada - gera mídia, mas causa estresse no resto da população: afinal, se sabem que isso vai acontecer DE NOVO, porquê não fazem nada? Asifudê, então! 

E por quê não resolvem? Resposta simples: ambas são motes eleitorais e ajudam muito os políticos a se elegerem ou reelegerem-se. A promessa de uma vida melhor e diferente ainda é o melhor cabo eleitoral. Ademais, no Brasil, tragédias infinitas, sem solução, continuadas e persistentes - são uma excelente fábrica de dinheiro. Nosso dinheiro.

Sendo assim, antes de você reclamar que alguém mudou a foto do perfil nas redes sociais pelas cores da bandeira francesa ( porque as redes sociais conseguiram se mobilizar para isso, mais rapidamente do que uma votação de reality show ), dê o exemplo! Mostre que você é o brasileiro ou a brasileira, que fez a diferença!

Mostre o que você já fez pela cidade de Mariana, por exemplo. Mostre a doação que você já fez, seja em dinheiro, comida ou água. Foi lá trabalhar como voluntário(a)? Mostre o quanto você tem moral para cobrar algo, além de reclamar muito, nas redes sociais. Mostre pelo menos a petição virtual que você assinou, pedindo justiça- antes de vociferar que “a gente não liga para as nossas tragédias”.

Todos ligamos, amigos. Só não acreditamos mais, na resolução delas. 

Como mostrar para o Mundo que merecemos atenção e solidariedade para as nossas tragédias, se nós mesmos não levamos a sério, as NOSSAS tragédias? Charles de Gaulle deve estar rindo muito, no túmulo, gritando: Je savais! Je savais! Je savais! (Eu sabia! Eu Sabia! Eu sabia!)

E você ainda vai ficar de mimimi, por causa de amigos que mudaram seu avatar nas cores da França, no FEICE, através de um sistema que o próprio Facebook criou e disponibilizou, através de UM CLIQUE ??? Então convença Mark Zuckerberg para que, na nossa próxima grande tragédia brasileira, ele se comova e assim, disponibilize uma ferramenta semelhante para nós, ok? Aí sim, vai ficar tudo legal, tudo em casa! 

Afinal de contas, só assim - e só isso, um avatar - demonstraria o nosso respeito pelas nossas tragédias, né?

PS: Esse texto, é mais para quem não entendeu meu OUTRO texto, aqui. Se você entendeu, parabéns - vai ganhar um croissant! Virtual, é claro.

===========================  - Fábio Marchi  -  =============================
Fábio Marchi é designer, fotógrafo, webdeveloper, profissional de marketing e social media, bacharel em Direito, escritor, blogueiro, político e ainda sobra um tempo para ser Diretor de Conteúdo, do Jornal MS Diário.
FONTE: http://msdiario.com/

(http://msdiario.com/ver-coluna-blog/a-inveja-e-uma-merde#)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Você viu?

"Opinião"
“Pessoas tão diferentes com mentes tão parecidas.” - CRi - Cri - CRi

REPRODUÇÃO INTERNET
Operação 'raspa tacho' seguiu até o último dia do governo Silval
E a operação 'raspa tacho' não teve limites no final do governo Silval Barbosa. Conforme o Portal da Transparência, além no ex-governador ter recebido o supersalário de R$152 mil no seu último mês, o ex-secretário chefe da Casa Civil Pedro Nadaf (PMDB) recebeu R$ 62 mil, o habitual seria R$ 16,9 mil.

Jorge Lafetá (Saúde) e Cinésio Oliveira (SETPU) receberam, cada um, R$ 39.474,80. Por falar em SETPU, que voltou a ser Sinfra, o rombo na pasta é de R$630 milhões, segundo o novo secretário, Marcelo Duarte.



Ministro de Dilma coloca solução nas mãos de Deus; 'Ele é brasileiro'
O ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) disse nesta terça-feira (20) que é preciso contar com Deus para que haja mais chuvas e, com isso, sejam recuperados os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, o que garantiria mais tranquilidade no fornecimento.

"Deus é brasileiro. Temos que contar que ele vai trazer um pouco de umidade e chuva para que possamos ter mais tranquilidade ainda", disse ele.
Na coletiva de imprensa houve queda de luz do auditório e o ministro voltou a minimizar o imimente caos energético.

"Essa intercorrência foi do escurinho do cinema". Do jeito que a coisa vai, governo petista, que nunca admite seus erros, não demora muito, vai começar a dizer que tudo não passa de sabotagem tucana. É o fim da picada.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Mato Grosso. Governo novo, vida nova? O dia 1º de janeiro é a mais luminosa das segundas-feiras

"Opinião"
Se o país fosse uma gigantesca mesa de bar, até renderia um debate interessante.
RODRIGO VARGAS 

FOTO DIVULGAÇÃO
Sabe aquelas promessas que sempre deixamos para colocar em prática numa segunda-feira? Parar de fumar, começar um regime, cortar gastos supérfluos... Quem nunca deixou para a semana que vem o que poderia começar agora mesmo? 

Neste vasto campo, o dos autoenganos ligados ao calendário, o dia 1º de janeiro é a maior e mais luminosa das segundas-feiras. O marco zero. O recomeço. A partir dela, desejamos, tudo vai ser diferente. 

Nos dias seguintes, com raras exceções, a vida lentamente retoma seu fluxo. Mais cedo ou mais tarde, chega a hora de admitir que muitas promessas (em especial, as mais trabalhosas) ficarão para depois. 

Em tempos de governo novo, o fenômeno se torna ainda mais perceptível. Nesses momentos, não são apenas aspirações individuais que entram na lista de desejos. Há também um sentimento de grupo. 

Não por acaso, é justamente no primeiro dia do ano que presidente e governadores começam seus mandatos. Não poderia haver momento melhor para reafirmar promessas e repetir bordões inflamados de campanha. É o clima propício ao ato solidário de acreditar. 

Pedro Taques tomou posse lançando expectativas ao infinito e além: probidade, eficácia nos gastos públicos, conclusão das obras da Copa e combate à violência urbana, para citar apenas alguns temas.
Pedro Taques - Governador de Mato Grosso
Com aquela conhecida veemência verbal, típica de quem já ocupou a cadeira da acusação em tribunais do Júri, o novo governador antecipou sua gestão como um divisor de águas ético, socioambiental, econômico-financeiro e político-administrativo.

Como diria Garrincha, ainda falta combinar com os russos. Nesses primeiros dias, passada a ressaca da posse, a tal de realidade surgiu com força. Não há dinheiro nem solução milagrosa à vista. 
Do que se anunciou até agora, nada de novo. Choque de gestão? Uma simples pesquisa no Google vai relevar que a mesma expressão de efeito é empregada nas posses de governadores e prefeitos ao menos desde a década de 1990. 

Demissão de dois mil comissionados? Ato relevante, mas meramente simbólico diante do impressionante vazio orçamentário deixado pelo governo anterior. Sem falar que é outra medida padrão dos novos governos, juntamente com os manjados contratos de gestão. 

Um dia, ao final de todas as auditorias, ao cabo de todos os procedimentos administrativos, ao término de todos os preparativos, um governo vai ter de surgir. E, para desencanto dos que acreditam em contos da carochinha, não será como o prometido. 

O quanto antes o governador se der conta disso e descer do palanque, melhor para ele e para todos nós. Frases de efeito não ajudam a endireitar viadutos. Maquetes de hospital nunca curaram ninguém.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Executaram um traficante brasileiro. Dilma está indignada

"Opinião"
Excelência, fale apenas por si. A nós, o que nos deixa indignados é o tráfico!

REPRODUÇÃO INTERNET
A execução de alguém é, sempre, um ato de extrema violência, que agride nossa sensibilidade. Na madrugada de ontem, na Indonésia, um cidadão brasileiro sentiu o peso da lei local que aplica a pena máxima para o crime de tráfico de drogas. Há dez anos, Marcos Archer entrara no país com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta. Apanhado pelo raio-x do aeroporto, conseguiu fugir, mas foi capturado dias depois. Simultaneamente, também foram executados um holandês, um malauiano, um nigeriano, uma mulher vietnamita e uma cidadã do próprio país.


Nossa presidente, a mesma pessoa que sugeriu mediação internacional (por que não foi por conta própria?) para resolver a sequência de crimes contra a humanidade que estão sendo cometidos pelos fanáticos do ISIS, primeiro pediu clemência, depois se disse "consternada e indignada" e, por fim, engrossou ainda mais chamando nosso embaixador em Jacarta para consultas. O Itamaraty afirmou que o fato estabelecia "uma sombra" nas nossas relações com a Indonésia. Excelências, sombrio é o tráfico!

Não é paradoxal? Nem uma só palavra foi dirigida por nosso governo para desculpar-se ante as autoridades de lá pelo fato de um cidadão brasileiro haver tentado levar para dentro do país delas o pó da morte que passeia arrogantemente pelas esquinas, ruas e estradas do Brasil. Foi o governo da Indonésia, com suas leis duras contra o tráfico, que indignaram o governo brasileiro.

Certamente, para cada traficante morto na Indonésia, um país onde esse mal deve ter proporções pequenas, morrem no Brasil dezenas de milhares de seres humanos, vítimas da droga e do ambiente criminoso que em torno dela se estabelece. A pergunta que faço é: o que é melhor? Punir o tráfico com tal severidade que o sentido de preservação da própria vida acabe com ele, ou perder milhares de vidas por ano, executadas direta e indiretamente pelos traficantes? A quem deveria convergir mais firmemente nossa sensibilidade, racionalidade e indignação?

Note-se que nas execuções de ontem havia apenas uma pessoa da Indonésia. As demais eram estrangeiras. Não disponho de estatísticas mais amplas do essa pequena amostra, mas ela sugere que os indonésios não andam muito dispostos a enfrentar a lei local nesse particular.

A leniência com a criminalidade, que se expressa tanto na nossa legislação quanto nas proteções e garantias que oferecemos aos criminosos, transformaram o Brasil numa terra sem lei, a partir do topo da pirâmide social.

Percival Oliveira Puggina
Graduado em Arquitetura e Urbanismo


Divulgação
Em 1985, com a redemocratização, Percival Puggina passou a se dedicar à atividade política, filiando-se à Frente Liberal (hoje DEM) e, posteriormente ao PDS (hoje PP). No primeiro, foi coordenador de bancada na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. No segundo, criou e presidiu, durante sete anos, a Fundação Tarso Dutra de Estudos Políticos e Administração Pública, órgão doutrinário do partido no RS. Em 2013 desfiliou-se e não está mais integrado a qualquer partido político.

A partir dos anos 80, dedicou-se, também, à atividade literária, escrevendo, semanalmente para centenas de jornais, revistas, sites e blogs em todo o país. Desde 2006 é, também, colunista dominical de Zero Hora. Em 2002, criou a empresa Texto e Contexto Comunicação Ltda., da qual sócio-diretor. É autor de Crônicas Contra o Totalitarismo, Cuba - a Tragédia da Utopia, Pombas e Gaviões.

Em 2010 foi agraciado com a medalha Simões Lopes Neto, por serviços prestados à cultura estadual e, em 2013 foi eleito para a Academia Rio-Grandense de Letras. É conselheiro do Instituto de Desenvolvimento Cultural e membro da Mesa Diretora da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Como leigo católico, foi coordenador estadual do Movimento de Cursilhos de Cristandade, presidiu a Associação dos Dirigentes Cristãos de empresas de Porto Alegre, e se dedicou ao estudo da Doutrina Social da Igreja.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Mais uma Ossada Humana é encontrada em Campo Novo do Parecis-MT

"Opinião"
Considerado maior produtor nacional de girassol e pipoca, possui cerca de 42% do território destinado às safras de grãos. Oque acontece em Campo Novo do Parecis-MT, que também se acha muita ossada humana?
FOTO: GAZETAMT
Um funcionário de uma das propriedades Amaggi, encontrou na tarde desta última sexta-feira(16), uma ossada humana. Os ossos estavam em uma mata próximo o Distrito de Itamarati Norte e estavam cobertos com uma manta muito parecida com um edredom. Os ossos foram enviados para Cuiabá, para uma possível identificação. A polícia investiga o caso.
FOTO: GAZETAMT
Exatamente, quatro meses atrás, numa manhã de quinta-feira em dezessete de setembro do ano passado, um pescador encontrou uma ossada às margens do Rio do Sangue na MT-235, a polícia não encontrou documentos com a vítima, somente fotografias 3x4 de uma mulher que estava no bolso da roupa junto aos ossos.

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